Textos, Imagens, Humor, Críticas, Literatura, Música, Filmes, Séries, Desenhos, Quadrinhos, Internet, Notícias e alguma sacanagem sadia...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pérolas do Orkut - Doritos estraga a pele?

Clique na imagem para ampliá-la:


* Ainda bem que eu prefiro Rufles.

CONTINUE LENDO >>

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Maternidade não é Obrigatória!


Esse é um texto polêmico. Porque sei que muitas mulheres e moças pensam e desejam a maternidade como se fosse uma fase obrigatória da vida feminina... mas não é!

Percebo e reflito - já de muito tempo - o quanto meninas até novas sonham em ser mães e, pior, há mulheres que parecem que ao notarem a idade "avançando", se vêem numa angústia desesperadora de parir! Fico com a ligeira impressão que uma mulher que não teve filhos até 30 anos, ou até 50 anos, corre na busca de um homem apenas para reprodução e para satisfazer esse ego maternal. Calma, mulheres! Eu sou homem e não há nenhuma necessidade do ser humano viver sob a regra de um legado, de um regimento que diz que precisamos deixar nossos frutos na forma de crianças! Acho que essa aflicão é descabível, a coisa não deve ser assim e nem é por aí.

Sinto que esse desejo das mulheres em ter sua prole, seja mais forte do que em nós homens, mas desde quando mulheres maduras, experientes e que não têm filhos, precisam ficar frustradas por isso? Tive uma tia que viveu um casamento feliz, podia muito bem ter seus rebentos, mas optou por não ter... e quis curtir a vida ao máximo com seu grande amor. Foi uma opção dos dois, e eu sempre admirei isso! O que impedia eles de terem filhos? Nada. Simplesmente optaram por não ter crianças, mesmo gostando de crianças. Não há nada de errado nisso e, muito pelo contrário, indica uma organização e um direcionamento de vida e rotina, muito segura e responsável. Pois vejo muitos casais às vezes infelizes tendo filhos e, aí, acreditem: são os filhos que sofrerão vendo os pais incompletos no amor. Esse depósito incondicional de carinho que uma mulher tem para com uma criança fortalece esse desejo de ser mãe... eu entendo e compreendo isso (há aquelas que não gostam de crianças, mas ainda é a minoria), e por isso acho que a oportunidade certa, o momento exato de ser mãe é quando vocês mulheres não se sentirem pressionadas a serem. Não há questão alguma de valor ou julgamento quanto à isso. Se essas mulheres que sempre quiseram ser mães, não são, acredite... os homens não a verão de forma diferente, a sociedade não terá que decidir nada por você e muito menos, seus sentimentos precisam ficar em desespero pela maternidade!

Uma coisa é certa, mulheres: se vocês não tiveram seus filhos, com qualquer idade e a qualquer época de suas vidas, saibam que já há muitas crianças que consideram vocês grandes mães!!! De verdade.

* Marcel Camp ainda fará vasectomia porquê não confia no mundo atual para colocar seus pirralhos. Além disso, levou muita bolada no saco quando jogava futebol de criança e colocou em risco sua capacidade como reprodutor!

CONTINUE LENDO >>

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Super Heróis REPAGINADOS #03 - "Santa Frescura, Batman!"

Mais um para essa divertida série:


* Robin mostrando seus instintos...!

Para ver os outros heróis repaginados, clique nos dois links abaixo:
Estranho Hábito Alimentar
Entortando o Adamantium

CONTINUE LENDO >>

domingo, 16 de janeiro de 2011

Comentando o Globo de Ouro!!!


Para quem me conhece já algum tempo, sabe que sou Cinéfilo... e para os que ainda não me conhecem, saberão agora! rs

Portanto, estarei comentando o Globo de Ouro em TEMPO REAL à partir de 22:00h, ou seja, à partir de agora, seguindo o canal TNT, onde irá ser transmitido.

Portanto, para quem quiser, pode acompanhar o evento e ainda conversar comigo no meu twitter: @MarcelCamp.

Espero pelos amigos cinéfilos lá!!!

Grande abraço a todos!

*Marcel Camp falará mal de muito artista, hehehe

CONTINUE LENDO >>

Coisas que eu vejo pela internet #12 - "A Propaganda é a alma do negócio!"


* Na segunda, ainda ganha uma bebidinha!!! =P

CONTINUE LENDO >>

sábado, 15 de janeiro de 2011

Big Brother Brasil


Várias siglas debochadas já foram dadas a esse Reallity Show conhecido aqui por BBB: Big Bosta Brasil, Big Bundas Brasil, Bial Babaca Brasil, Bitolação Burrice Brasil... enfim, todos esses termos para denegrir um programa que, apesar de bastante popular em todo o mundo, nos remete a uma "realidade" sensacionalista, muitas vezes destoante, e que busca cada vez mais o apelo gratuito na forma de corpos delineados, confrontos de egos, disputas de exibicionismo, e guerrinha intrínseca de intelectos. Afinal, de fato há várias "camadas sociais" ali representadas, mas que muitas vezes - ou em todas as vezes -, tem a inclusão estrategicamente arrumada pelo próprio programa!

Pra começo de conversa, admito que muitas vezes já me peguei assistindo ao BBB, com uma espécie de curiosidade esquisita em ver como aquelas pessoas estão se portando. Mas posso afirmar com toda a certeza que eu não gosto, não sou fã do programa e muito menos me adequo a esses tipos de gêneros de Reallity. Gostava mais do "No Limite"... aquele de tempos atrás comandado por um Zeca Camargo ainda magro. Mas confesso que a fórmula desses programas parece ter se esgotado e muitos assistem o BBB já na ânsia de ver intrigas, panelinhas sendo formadas, brigas, palavrões, barracos e confusões generalizadas. Parece que só assim, o programa ganha "gás" e reforça seu fôlego para atrair mais espectadores, por mais que a maioria ache que tudo seja armado ou que tais cenas degradantes agridem a família brasileira. Mas estão lá, de frente à TV esperando o caos acontecer.

Muitas questões de psicologia entram aí. Tem o lance do voyeurismo, do prazer imbutido que todos têm (em maior ou menor grau) de ver a "vida alheia" - mesmo que a vida alheia ali, seja toda construída na ausência da privacidade. Tem também a sensação do controle sobre algo ou alguém, da avaliação, do estudo comportamental... como se todos fossem cientistas examinando um bando de hamsters presos numa gaiola e esperasse por alguma reação surpreendente de algum daqueles ratinhos. Tem o que muitos atribuem do conforto comparado, ou seja, se sua vida está uma merda, ou você briga muito com seu esposo, esposa, irmão, irmã, quem for, ao ver aqueles participantes se xingando e se ofendendo, você automaticamente - e subliminarmente! - transfere sua ira, sua raiva ou sua tristeza ali, praquele momento, e acaba aceitando e entendendo a sua rotina desagradável. E, claro, a identificação é iminente: a espectadora gordinha que não é aceita na roda das bonitonas, vai logo torcer pra única gordinha que também está deslocada no programa; o gay que sofre preconceito tem sua torcida rapidamente direcionada aos gays da casa, a bonitona considerada burra também vai torcer paquela bonitona burra, o garotão que exibe os músculos e fala de surf, vai logo adorar o seu "brother" semelhante, e por aí vai... todo mundo ali dentro é um estereótipo, e tem seu público-alvo. O que não tem, é eliminado. É esse é o sucesso do programa? Talvez.

Mas o que me irrita profundamente, e que através de um post do amigo blogueiro André do "Verdades e Bobagens" me motivou ainda mais a escrever sobre o BBB, é o seu apresentador Pedro Bial. Jornalista e repórter da Rede Globo, ele se auto-entitulou "porta-voz" do povo (de quem?) e encarna o poeta filósofo de clube de golfistas e dispara frases e pensamentos deslocados para inserir os momentos e as ações que acontecem no próprio programa, dentro de suas filosofadas mexicanas. Sem contar aquelas cantadinhas de pedreiro dele pra cima de alguma meninas, putaquiupariu. Tentando mostrar cada vez mais sua falsa indulgência, o apresentador é um dos grandes responsáveis pelo elo dos espectadores ao sensacionalismo, apelo, exagero e "proximidade" do bando que está lá "confinado". Com frases às vezes irritantes que desvirtuam todo o sentido de uma palavra, Bial se coloca como um DEUS diante de todos aqueles seus súditos, e de certa forma, é mesmo ele o Grande Mediador entre brothers e espectadores. Infelizmente. E com isso, Pedro Bial transformou o heroísmo em banalidade (afinal, todas aquelas pessoas lá dentro que disputam um milhão curtindo piscina e mostrando a bunda pra câmera viraram HERÓIS!) e a Nave-Mãe (o centro de algo que rege e o núcleo de algo importante) virou aquela casa construída para poucos brasileiros morarem! E como ele sempre diz: "Salve, Salve, galera!". Salvar o quê, porra?!

O tragicômico é que mesmo com todos esses delitos comportamentais, agressões morais, sexo e namoro sem o menor comprometimento ou decência, e uma bitolação que o apresentador criou - para nós e, talvez, para ele mesmo! -, esse Reallity Show ganha recordes de audiência, firma seu público cativo e entra ano e sai ano, ele está lá, firme e forte com os mesmos espectadores grudados na telinha, assistindo e gastando Pay-Per-View para acompanhar 24 horas uma "realidade", no mínimo, estranha.

*Marcel Camp jamais pode entrar nessa casa, senão ele vai matar alguém lá dentro! Já tenho uma vontade enorme de pegar aquele Vinícius Valverde que faz "entrevistas" nas ruas pra saber a popularidade do programa e encher a cara daquele boneco artificial de PORRADA!

CONTINUE LENDO >>

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

The Beatles


The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960 e um dos atos mais comercialmente bem-sucedidos e aclamados da história da música popular. A partir de 1962, o grupo era formado por John Lennon (guitarra rítmica e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), Geworge Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal). Enraizada do skiffle e do rock and roll da décade de 50, a banda veio mais tarde a assumir diversos gêneros que vão do folk rock ao rock psicodélico, muitas vezes incorporando elementos da música clássica e outros em formas inovadoras e criativas. Sua crescente popularidade, que a imprensa britânica chamava de "Beatlemania", fizeram com que eles crescessem em sofisticação. Os Beatles vieram a ser percebidos como a encarnação de ideais progressistas e sua influência se estendeu até as revoluções sociais e culturais da década de 60.

A HISTÓRIA:

Com a formação inicial de Lennon, McCartney, Harrison, Stuart Sutcliffe (baixo) e Pete Best (bateria), os Beatles construíram sua reputação nos bares de Liverpool e Hamburgo durante um período de três anos a partir de 1960. Sutcliffe deixou o grupo em 61, e Best foi substituído por Starr no ano seguinte. Abastecida de equipamentos profissionais moldados por Brian Epstein, que depois se ofereceu para gerenciar a banda, e com seu potencial reforçado pela criatividade do produtor George Martin, os Beatles alcançaram um sucesso imediato no Reino Unido com seu primeiro single "Love Me Do". Ganhando popularidade internacional a partir do ano seguinte, excursionaram extensivamente até 1966, quando retiraram-se para trabalhar em estúdio até sua dissolução definitiva em 1970. Cada músico então seguiu para uma carreira independente. McCartney e Starr continuam ativos; Lennon foi baleado e morto em 1980, e Harrison morreu de câncer em 2001.

Durante seus anos de estúdio, os Beatles produziram o que a crítica considera um dos seus melhores materiais, incluindo o albúm Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967), amplamente visto como uma obra-prima. Quatro décadas após sua dissolução, a música do grupo continua a ser muito popular. Os Beatles tiveram mais álbuns em número 1 nas paradas britânicas do que qualquer outro ato musical. De acordo com a RIAA, eles venderam mais álbuns nos Estados Unidos do que qualquer outro artista. Em 2008, a Billboard divulgou uma lista dos top-selling de todos os tempos dos artistas Hot 100 para celebrar o cinquentenário das paradas de singles dos EUA, e a banda permaneceu em primeiro lugar. Eles já foram honrados com 7 Grammy Awards, e 15 Ivor Novello Awards da BASCA. Já venderam mais de um bilhão de discos. Os Beatles foram coletivamente incluídos na compilação da revista Time dos 100 artistas mais importantes e influentes do século 20.

O LEGADO:

Considera-se o hit She Loves You (1963), composto pela dupla Lennon/McCartney, a primeira grande revolução musical protagonizada pela banda. Se até então, o rock era composto basicamente por 3 acordes simples, batida forte, insistente e uma melodia de fácil memorização, nesta canção, são utilizados acordes dissonantes de sexta maior e sétima maior, até então, possíveis apenas no jazz: Mi menor → La Maior com 7º → Do Maior → Sol Maior (adicionando à 6º). A incorporação da dissonância ao rock, foi o primeiro grande legado do grupo à música popular do século XX. A letra, embora romântica, foge da dicotomia "menino-menina", para a incorporação de um terceiro elemento: O protagonista, um rapaz que avisa ao amigo que a namorada o ama, e que, "com um amor assim, deveria sentir-se feliz". O uso da 3ª pessoa no discurso foi idéia de Paul. Embora simples, "She Loves You" torna-se o embrião do espírito "paz e amor", que viria a desenvolver-se na segunda metade dos anos 1960. Destaque também para o uso da expressão "Yeah", idéia de John Lennon, expressão essa que viria a tornar-se marca registrada do Rock. A constante busca dos Beatles em criar novos sons a cada gravação, combinada com as habilidades presentes nos arranjos de George Martin e, particularmente, com os conhecimentos técnicos da equipe do estúdio da EMI - como os produtores Norman Smith, Ken Townsend e Geoff Emerick - fez com que a banda influenciasse a forma como a música passou a ser gravada em vários sentidos. No single "I Feel Fine", John Lennon realizou pela primeira vez a utilização de um feedback, como efeito de gravação. Fato que abriria um enorme campo de pesquisas na utilização de efeitos especiais com guitarra, influenciando entre outros, Jimmy Hendrix. O conjunto dessas produções são apresentados em álbuns como Rubber Soul (1965), Revolver (1966) e Sgt. Pepper's Lonely Heart Club Band (1967).

AS INFLUÊNCIAS:

Os Beatles continuaram a absorver influências mesmo depois de seus primeiros sucessos, encontrando frequentemente novas avenidas musicais e líricas escutando seus contemporâneos. As influências musicais incluem The Byrds e The Beah Boys, cujo álbum Pet Sounds foi um dos preferidos de McCartney. George certa vez comentou que "Sem Pet Sounds, Sgt. Pepper não teria existido… Pepper foi uma tentativa de igualar Pet Sounds." Outra influência da banda foi Elvis Presley, que Lennon chamou de faísca porque ele o fez se interessar pela música.

Foi Elvis quem realmente me levou a comprar discos. Eu achava seus primeiros materiais ótimos. A era de Bill Halley passou perto de mim, de certa forma, pois quando suas gravações apareceram nas rádios, minha mãe começou a ouvi-los, mas não senti nada de especial por eles. Foi Elvis quem me fez ficar viciado no gênero de música beat. Quando ouvi seu 'Heartbreak Hotel', pensei: "isso é o que é".

PIONEIROS e REVOLUCIONÁRIOS:

Utilizando técnicas de estúdio como efeitos sonoros, colocações não-convencionais de microfone e outros instrumentos, loops em tapes, técnicas de double tracking e variações de velocidade em áudios, os Beatles começaram a aumentar as gravações onde seus intrumentos eram utilizados de maneiras que não as convencionais e suas músicas inovaram o rock da época e das outras gerações. Isso inclui naipes de metais e corda, assim como instrumentos indianos como a cítara em "Norwegian Wood (This Bird Has Flown)" e o swarmandel em "Strawberry Fields Forever". Eles também utilizaram precocemente instrumentos eletrônicos, como o mellotron junto às vozes de flauta na introdução de "Strawberry Fields Forever", e o clavioline, um tipo de teclado eletrônico que criou um som não-usual em "Baby You're a Rich Man".

Começando com a utilização de um quarteto de cordas em "Yesterday" (1965), os Beatles foram pioneiros no gênero art rock, exemplificado em escolhas ousadas como o duplo-quarteto de cordas em "Eleanor Rigby" (1966), e em "She's Leaving Home" (1967). Uma apresentação de Concertos de Brandenburgo, de Bach, mostrada na televisão britânica na época, inspirou McCartney a usar o flautim no arranjo de "Penny Lane". Os Beatles desenvolveram o rock psicodélico com "Rain" e "Tomorrow Never Knows" de 1966, e "Lucy in the Sky with Diamonds", "Strawberry Fields Forever" e "I Am the Walrus" de 1967, entre outras, todas composições de Lennon baseadas nas estéticas impressionista e surrealista, além da filosofia contracultural.

A reunião de música pop com música erudita, presente em "Yesterday", em que os Beatles gravaram rock and roll com acompanhamento de uma orquestra de câmara e cujos arranjos estiveram a cargo do próprio McCartney e de George Martin, foi pioneira. Segundo McCartney, a canção surgiu em um sonho que teve, e durante algum tempo ele ficou com receio de que fosse plágio. Um fator com maior e melhor prestígio ainda está presente em "A Day in the Life", a primeira canção de rock a ser acompanhada por uma orquestra sinfônica. Presente em Sgt.Pepper, a faixa impressionou pelos barulhos e sons estranhos no meio da canção, porque, até então, nada havia de parecido na história do rock and roll. A parte as tentativas de outras bandas em criarem uma ópera rock, foi o ato de desmembrar uma canção em duas partes formando um início e um fim, com a introdução de um pequeno trecho que funciona como um entreato para o tema, que fez com que A Day in the Life pudesse ser considerada a primeira opereta do rock, e não uma simples medley de canções. A idéia de juntar partes distintas e formar uma única canção foi de John Lennon, que compôs a maior parte da música sendo seu início e fim, e tomando de Paul um pequeno trecho independente com o qual trabalhava. No ano seguinte, em 1968, o trabalho da banda também contemplou os estilos folk e hard rock, em composições como "Rocky Racoon" ou "Revolution", composição de Lennon considerada precursora do punk rock. O grupo voltaria a inovar, com o que para muitos seria o primeiro "Heavy Metal" completo da história (embora existam outras candidatas ao pódio, como "Summertimes Blues", pela banda "Blue Cheer", composição original de "Eddie Cochran"): A canção "Helter Skelter", contida no álbum duplo "The Beatles", popularmente conhecido como "álbum branco". McCartney, inspirou-se no guitarrista Pete Townshend, da banda "The Who", em 1967, quando afirmou ter sido o último single da banda, "I Can See For Miles", a música mais "alta, suja e barulhenta" que haviam feito até então. Ao ouvi-la, tratou de criar junto com os outros Beatles sua própria ópera barulhenta e suja. Em Revolution 9 também do álbum branco, Lennon realizou uma colagem de sons típica de música concreta e avant-garde. O modo de produção e utilização de arquivos sonoros por Lennon permitiu a posterior criação do sampler , ferramenta essencial - por exemplo - na música eletrônica.

CURIOSIDADES FINAIS:

  • George Harrison, quando nos Beatles, tornou-se o primeiro músico a fundir instrumentos e, respectivamente, sons orientais com a música do rock; embora famoso, no entanto, este feito - demonstrado em "Norwegian Wood", onde há o uso da sitar (instrumento musical da família do alaúde e instrumento símbolo da música da Índia) - não foi o único que colocou a banda no patamar de pioneira.
  • Com "Twist and Shout", "Can't Buy Me Love", "She Loves You", "I Want To Hold Your Hand" e "Please Please Me", lançados em março de 1964, tornaram-se iniciantes em ocupar os primeiros cinco lugares no topo norte-americano. Rubber Soul, de 1965, foi o primeiro álbum onde não havia o nome do artista em sua capa. Na época dos Beatles, os compactos eram curtos, mas "Hey Jude", com mais de sete minutos, mudou esse conceito. Foram a primeira banda britânica a fazer sucesso fora de seu país e a primeira de rock a fazer sucesso mundial. Com "Yellow Submarine", foram os primeiros roqueiros a escreverem canções com temáticas infantis. Em suas peregrinações à Índia, tornaram-se os primeiros a misturarem rock e misticismo. A primeira distorção de violão divulgada em gravação foi em "I Feel Fine".
  • O concerto no Shea Stadium tornou-os pioneiros na produção e realização de apresentações em estádios a céu aberto e participaram da primeira transmissão mundial via satélite cantando ao vivo "All You Need is Love", no projeto Our World, em 1967. Foram a primeira banda de rock a fazer carreira no cinema e a primeira a produzir um disco conceitual de rock: Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band. Este mesmo disco fez com que eles fossem os primeiros a gravarem em quatro canais. Curiosamente, os Beatles foram o primeiro grupo a se separar.
HELP (O hino)


KANSAS CITY (Um Blues filho da puta!!!)


YESTERDAY (um dos sons mais românticos do mundo!!!)


TWIST AND SHOUT (Pra não ficar parado! rs)


*Sacanagem eu não dizer que sou fã desse quarteto fantástico... Os Beatles é a DÉCIMA NONA imagem que compõe o título do Blog!!!

CONTINUE LENDO >>
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...